Qual, no corro sanguino, o ledo amante,
Vendo a fermosa dama desejada,
O touro busca, e, pondo-se diante,
Salta, corre, sibila, acena e brada,
Mas o animal atroce, nesse instante,
Com a fronte cornígera inclinada,
Bramando, duro corre e os olhos cerra,
Derriba, fere e mata e põe por terra.
© 2010 José Terra
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